Quem é Frei Gilson, que reuniu 1 milhão de fiéis às 4h da manhã para rezar

Gilson da Silva Pupo Azevedo, conhecido com Frei Gilson, fez cerca de 1 milhão de famílias acordarem às 4h da manhã nesta madrugada para acompanhar a live da Quaresma de São Miguel Arcanjo. O padre tem um canal no YouTube com mais de 5 milhões de inscritos — quase o dobro do emblemático Padre Marcelo Rossi. Quem é Frei Gilson? Ele entrou para a vida religiosa aos 18 anos, com a Carmelitas Mensageiros do Espírito Santo. Natural de São Paulo, Frei Gilson permanece na congregação até hoje, aos 38. Além de padre, ele também é cantor e toca violão. Ele lidera o gurpo Som do Monte que, segundo site oficial, é “formado por leigos, irmãos e irmãs Carmelitas Mensageiros do Espírito Santo” e tem como missão “levar as pessoas a terem uma experiência profunda de oração através das músicas. A quaresma na madrugada ao vivo foi uma iniciativa que surgiu durante a pandemia. Mas a dificuldade para acordar cedo no convento foi um dos motivos que levou a fixar o horário na madrugada. Ele pensou na possibilidade de transmitir a oração em suas redes sociais para que, “se alguém estivesse com insônia ou pensando coisas ruins, teria aquele amparo e poderia rezar junto” com ele. Ele utiliza as redes sociais para passar mensagens de fé. Frei Gilson já alcança um total de 7 milhões de seguidores no Instagram, onde compartilha mensagens religiosas e aconselha seguidores com base nos ensinamentos da Bíblia em linguagem informal e acessível. Famosos já participaram dos vídeos do Frei Gilson. O humorista Rogério Vilela e o cantor sertanejo Zé Neto são alguns dos nomes que já passaram pelas lives de Frei Gilson. A participação de Zé Neto foi a primeira aparição do artista nas redes após uma pausa na agenda de shows para fazer um tratamento para depressão e ansiedade. Para Frei Gilson, rezar de madrugada é um jeito de imitar Jesus Cristo. “Leia a Bíblia e você vai ver diversas vezes que Jesus passava noites inteiras em oração. Então, eu queria seguir esse exemplo de Jesus”, diz ele em um vídeo em seu canal. (Fonte: UOL)

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Avião de pequeno porte cai em Ubatuba; veja vídeo do momento da queda

Uma pessoa morreu após o acidente envolvendo uma aeronave de pequeno porte em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. A Prefeitura de Ubatuba confirmou a morte do piloto que estava preso nas ferragens. Outras sete pessoas ficaram feridas – quatro que estavam na aeronave e outras três pessoas que passavam na pista de skate na orla da Praia do Cruzeiro, que fica próximo do aeroporto. Anteriormente, a prefeitura havia dito que eram duas mortes. Confira o vídeo do momento da queda: A aeronave saiu do Aeroporto Municipal de Mineiros, em Goiás, e tentou pousar no município. As condições meteorológicas eram degradadas, com chuva e pista molhadas, segundo a Rede Voa, concessionária responsável pelo Aeroporto em Ubatuba. A capitã Karoline Magalhães, do Corpo de Bombeiros, afirmou que ele extrapolou os limites da pista no momento da aterrissagem sem conseguir parar, passando pela pista da rua Guarani e chegando até a água. A Defesa Civil, a Guarda Civil Municipal, a Secretaria de Segurança, os bombeiros e a Polícia Militar já estão no local, isolando e fazendo a retirada das vítimas. A aeronave passou por uma extração de pista, que é quando o avião sai da superfície da pista do aeródromo durante uma operação de pouso ou de decolagem. As causas do acidente ainda serão investigadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, o CENIPA. A aeronave era uma Cessna Aircraft, modelo 525, fabricado em 2008. Ela tem capacidade para sete passageiros e dois pilotos. De acordo com a Anac, a situação de aeronavegabilidade era normal e tinha operação negada para táxi aéreo. (Fonte: CBN Brasil)  

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15 de Novembro – Proclamação da República

15 de novembro é uma data importante no Brasil, pois nesse dia comemora-se a Proclamação da República. Esse evento aconteceu em 1889 e foi resultado da mobilização do Exército e de republicanos civis contra a monarquia instalada no país desde 1822. A partir de um golpe, a república foi instaurada no Brasil e a família real foi expulsa. A Proclamação da República foi resultado de uma longa insatisfação dos militares com o governo monárquico. Os historiadores tratam esse acontecimento atualmente como um golpe por ter sido uma transição de regime forçada e sem a participação popular. Atualmente o 15 de novembro é considerado feriado nacional. O que causou a Proclamação da República? A Proclamação da República é resultado de um processo político que se estendeu desde a década de 1870. A insatisfação com a monarquia ganhou força ao final da Guerra do Paraguai, tanto nos meios militares quantos nos civis. Essa insatisfação só foi crescendo, e o surgimento de partidos republicanos contribuiu para isso. O grande grupo insatisfeito, porém, era o Exército brasileiro. As Forças Armadas consideravam-se pouco reconhecidas depois de terem conduzido todo o esforço da Guerra do Paraguai. Os militares estavam insatisfeitos com suas remunerações, queriam melhorias no sistema de promoção de carreira e a permissão para opinar suas posições políticas, algo proibido na época. Isso contribuiu para que o republicanismo fosse ventilado no seu interior. Não obstante, a insatisfação com a monarquia não era uma exclusividade dos militares, os cafeicultores paulistas e a Igreja Católica também estavam insatisfeitos. Ainda, o enfraquecimento do regime monárquico no Brasil está diretamente relacionado com o avanço da pauta abolicionista. A relação era proporcional e inversa: na mesma medida em que o abolicionismo ganhava força, o monarquismo perdia influência no país. Politicamente os debates foram acirrando-se ao longo da década de 1880, tanto na questão da abolição quanto na do republicanismo. A situação do Brasil era de crise crônica na década de 1880, e a polarização só contribuiu para reforçar esse quadro. Com a perda do apoio da Igreja e dos escravocratas, a monarquia ficou sem os grandes grupos que lhe davam apoio, sobretudo o segundo. Assim, a sua sustentação tornou-se extremamente difícil, uma vez que o movimento republicano estava muito forte no final da década de 1880. Na medida em que o republicanismo avançava, uma nova pauta era ventilada: o federalismo. Essa pauta inspirava-se no federalismo que existia nos Estados Unidos e defendia maior descentralização do governo, isto é, os partidos republicanos agruparam-se regionalmente e passaram a defender maior autonomia para os estados. Em determinado momento, pensou-se que a monarquia aplicaria uma certa descentralização, mas isso não aconteceu. Outro fator de insatisfação com a monarquia dava-se em relação à economia. Depois da Guerra do Paraguai, a economia brasileira enfraqueceu-se, afinal o país gastou muito mais do que poderia para vencer os paraguaios. Ainda há de considerar-se os impactos da crise mundial do capitalismo de 1873, que impactou pouco o Brasil, mas teve no país seus reflexos. O último fator é a questão da sucessão, pois, até entre os monarquistas, havia um certo incômodo com o fato de que os sucessores do trono eram a princesa Isabel e seu marido, o Conde D’Eu. Como foi a Proclamação da República? A Proclamação da República foi mais feita na base do improviso do que, de fato, na base do planejamento. No entanto, o historiador Boris Fausto sugere que, desde 1887, havia encontros que debatiam as possibilidades de derrubar a monarquia no Brasil. Em 1889, existia um grupo formado por grandes nomes da época, como Aristides Lobo, Sólon Ribeiro, Quintino Bocaiúva, entre outros, que tinha debates avançados sobre a derrubada do regime. Em novembro de 1889, a crise política estava avançada, principalmente porque já existia uma percepção de que o visconde de Ouro Preto não resolveria as grandes demandas daquele momento. Sendo assim, grandes nomes do republicanismo da época reuniram-se secretamente com o marechal Deodoro da Fonseca, um militar bastante influente na época, para que ele aderisse ao movimento. Depois de ser convencido, Deodoro da Fonseca liderou um levante militar, em 15 de novembro, que cercou o Gabinete Ministerial, destituiu o visconde de Ouro Preto do cargo e prendeu-o. Ao longo daquele dia, uma série de acontecimentos levaram à Proclamação da República, oficialmente, após anúncio feito por José do Patrocínio, um vereador do Rio de Janeiro. Conde D’Eu tentou liderar uma resistência no dia 15, e o imperador tentou formar um novo gabinete, mas as ações não tiveram sucesso. A monarquia estava efetivamente derrubada, d. Pedro II deixou de ser imperador do Brasil, e um governo provisório republicano foi instaurado. No dia 17 de 1889, a família real fugia do Brasil e partia rumo à Europa. 15 de novembro é feriado nacional? Todo ano o 15 de novembro é considerado feriado nacional por determinação da legislação brasileira. Em 14 de janeiro de 1890, foi emitida a primeira lei reconhecendo o dia como feriado. Essa lei foi o Decreto nº 155-B, que determinou o feriado como um dia para celebrar a “pátria brasileira”. Essa ação, no entanto, foi uma de muitas para garantir legitimidade à recém-instaurada república no Brasil e garantir que o dia e o republicanismo ficassem impregnados no imaginário popular. Outras leis que reforçaram o 15 de novembro como feriado foram decretadas durante a Era Vargas e a Quarta República. Atualmente, o dia em questão é considerado feriado por força de uma lei recente. Em 19 de dezembro de 2002, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, foi aprovada a Lei nº 10.607, que cita todos os feriados nacionais do Brasil, sendo o 15 de novembro um deles.

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TSE decide que candidatos podem usar marcas e empresas privadas em nomes de urna

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, nesta segunda-feira (1º), que os candidatos nas eleições municipais de 2024 poderão utilizar marcas ou siglas de empresas privadas em seus nomes de urna. A decisão veio em resposta a uma consulta feita pela deputada Simone Marquetto (MDB-SP), que questionou se a proibição de marcas e produtos em propagandas eleitorais, prevista nas regras eleitorais, também se aplicava ao nome de urna. A maioria dos ministros do TSE entendeu que a proibição relacionada à propaganda eleitoral não se estende ao nome de urna. O relator, ministro Raul Araújo, destacou que não há regra expressa proibindo a presença de marcas associadas a empresas como parte do nome do candidato na urna. Em seu voto, Araújo ressaltou que essa prática é comum no Brasil, especialmente em eleições municipais, onde candidatos frequentemente utilizam nomes como “Fulano do Posto” ou “Cicrana da Farmácia” para se identificarem. Os ministros Nunes Marques, Isabel Gallotti e André Mendonça acompanharam o relator. Já os ministros Floriano de Azevedo Marques, André Ramos Tavares e Cármen Lúcia, presidente do TSE, votaram contra. “Há uma exploração indevida dessas marcas, que se convertem em propagandas. Devemos evitar que o uso de siglas e expressões, que são de abrangência pública, beneficie de forma abusiva alguma candidatura”, argumentou Cármen Lúcia, que ficou vencida. No mesmo julgamento, o TSE reforçou, por unanimidade, que marcas, produtos e siglas de empresas privadas não podem ser utilizadas em nenhuma peça de propaganda eleitoral. Essa regra foi inserida em resolução de 2019.

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Preparador físico da seleção brasileira feminina de basquete é desligado após discurso pró-vida

Neste sábado após reunião da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) na sexta-feira o técnico da seleção brasileira feminina de basquete, Neto Basket, anunciou sua saída do cargo em uma publicação nas redes sociais, seguindo os acontecimentos envolvendo o preparador físico Diego Falcão. Falcão foi desligado da comissão técnica da seleção após polêmica gerada por suas postagens contrárias ao aborto. Neto Basket, em consonância com suas convicções pessoais e valores optou por deixar o cargo que ocupava, expressando gratidão à Comissão Técnica e encerrando com uma mensagem de fé. “Termino com uma frase que sempre usei em nossa trajetória: “Na vida não existe prêmio e não existe castigo. O que existe é consequência! O plantio é livre, mas a colheita é obrigatória!” Que Deus abençoe imensamente cada um de vocês!! Vamos em frente!!!” A saída do preparador físico Diego Falcão ocorreu em meio a pedidos de atletas e à repercussão negativa das suas postagens nas redes sociais, que levantaram debates sobre liberdade de expressão e posicionamentos éticos dentro do esporte.

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