A Cooperativa Agropecuária de Pedrinhas Paulista está realizando a pintura e recuperação dos silos da filial de Florínea, em uma obra considerada estratégica para a preservação da estrutura e a garantia da qualidade no armazenamento de grãos. A intervenção envolve cinco silos metálicos e integra o conjunto de investimentos contínuos feitos pela Cooperativa para manter suas unidades em pleno funcionamento e preparadas para atender os associados.
De acordo com o presidente Franco Dio Nallo, a obra tem caráter preventivo e corretivo. Com o passar do tempo, os silos começaram a apresentar sinais de corrosão e ferrugem, processo natural em estruturas metálicas expostas às intempéries. Sem o tratamento adequado, esse desgaste pode comprometer a integridade dos equipamentos e gerar prejuízos futuros. A pintura é uma ação de manutenção essencial para prolongar a vida útil dos silos e assegurar condições adequadas de estocagem.
“Investir na conservação dos silos é fundamental para garantir segurança, eficiência operacional e qualidade no armazenamento da produção agrícola. Estruturas bem conservadas reduzem riscos de perdas, preservam o padrão dos grãos recebidos e oferecem mais tranquilidade aos nossos associados no momento da entrega da safra”, diz ele.
A previsão é de que os trabalhos sejam concluídos dentro do cronograma, deixando a filial de Florínea totalmente preparada para a colheita da Safra 2025/2026. A expectativa é positiva, especialmente após um período marcado por dificuldades climáticas. Na Safra 2024/2025 e, principalmente, na Segunda Safra 2025, os produtores daquela região enfrentaram perdas significativas. Para o novo ciclo, no entanto, o cenário é mais favorável.
“Com a melhora das condições climáticas, as áreas agrícolas de Florínea apresentam bom desenvolvimento, o que reforça a projeção de colheitas satisfatórias. Seguimos investindo em infraestrutura e manutenção, assegurando que não só a unidade de Florínea, mas também de São José das Laranjeiras e de Pedrinhas Paulista estejam prontas para receber a produção e contribuir para um resultado mais seguro e eficiente no campo”, conclui Di Nallo.
( Da Redação Grupo GR )
